Tenho que começar a crer mais nestas coisas de marketing pessoal e tals… foi só eu escrever um ‘poste’ dizendo que eu não tinha muita coisa interessante pra dizer que as estatísticas baixaram consideravelmente. Outra coisa que me fez pensar no assunto foi ler lá numa das paredes da esplanada que temos um Ministério do Desenvolvimento e do Combate à Fome. Achei meio negativo. Precisar de um Ministério para combater a fome é assumir uma incompetência tamanha, do governo e do povo. Enfim…
O saldo do fim de semana foi muuuuito positivo. Alguns pontos fortes:
1) Ver Brasília verde (pq só me lembrava dela em épocas de seca). Estava tudo lindo.
2) Olhos extremamente atentos a mim no congresso na hora da minha apresentação. E, sem modéstia, mandei MUITO bem.
3) Encontrar com um dos professores mais queridos da minha vida, pessoa linda e cheia dE sotaquE, que não via há um tempinho, ser reconhecida (professores nem sempre se lembram dos alunos), ganhar um beijo e um abraço.
4) Ser muito bem recebida em duas casas, da minha família de sangue e de uma família do coração. Se sentir querido NUNCA é demais (bom pra lembrar de sempre retribuir este carinho a todas as pessoas).
5) Fazer turismo na chuva, rindo da própria desgraça (!), tirando mil fotos, pagando mil micos (não os micos normais de turistas, mas outros, que a gente sempre inventa).
6) Me emocionar mais com tudo do Niemeyer que eu já conhecia e que eu ainda não conhecia (bom pra lembrar sempre que, como ele diz, “é tudo muito simples”).
7) Comida mexicana, comida nordestina, “sertanejo universitário” (é… ponto forte apenas no sentido de experiência antropológica), pub com cervejas e rock’n'roll ao vivo, pão de queijo (mesmo, feitos pra mim) e, é claro, cosmopolitans.
8.) Duas mensagens que chegaram ao meu celular, assim, do nada. Tá bom, essa não tem nada a ver com Brasília, mas eu estava lá, desligada da minha rotina, e… então… é sempre bom, muito bom.